Perguntara como esquecer. Ele a levou ao limite de tudo: limite do amor, do choro, do riso, da dor. Ela descobriu como era passar noites em claro: ora chorando, ora sonhando. Descobrira até a pontada no coração de despedaços ou alegria em vê-lo. E agora, sozinha, não parava de pensar. Será que um dia seria capaz de esquecer?
Tanto amor e dor que até já possuía a cura dentro de si. Mas era tão grande, tão grande, pensou, que nada podia ser mais reconfortante do que o cheiro que nela ficou gravado. Nem a própria anestesia podia brigar contra aquilo. Tão intenso e tão contraditório...
Eram assim. Gostavam de ser assim. Diferentes.
Amy

AI DEEEEUSS, QUE TEXTO LINDO!!
ResponderExcluirah amy, como me identifico com vce!!!
ResponderExcluiroin! aconteceu de verdade com vc, amy?
ResponderExcluiraah, aconteceu. hahahhaha. *-*
ResponderExcluir